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Goleiro decide se aposentar e deixa uma careira vitoriosa na Europa

Virar aposentado aos 38 anos. Esta será a nova realidade do goleiro Júlio César. Para o futebol, esta idade é considerada velha. Para a vida, a juventude é logo ali. O jogador decidiu antecipar o fim do contrato com o Benfica, clube em que atua desde 2014. E agora? 
Nas redes sociais, os torcedores do Flamengo, clube formador do goleiro, começaram a fazer uma campanha pela volta dele ao Brasil para ser preparador de goleiros do time, mas esta chance é inexistente. Júlio César está estabelecido em Portugal e deve seguir por lá, mas ainda não decidiu em que área. 
Dentro de campo, a carreira do goleiro foi marcada por grandes momentos, como na Inter de Milão, quando conquistou a Liga dos Campeões (2009/2010) e Mundial (2010) e foi eleito, por duas vezes, um dos três melhores goleiros do mundo, no Flamengo, quando foi um dos protagonistas nos títulos estaduais (2000, 2001 e 2004), e na Seleção Brasileira, quando conquistou a Copa América (2004) e das Confederações (2013).
Claro que muitos vão lembrar momentos ruins, como as eliminações nas Copas de 2010 e 2014, quando o 7x1 deixou marcas profundas. Só que olho para a carreira toda e quando coloco na balança, entendo que o saldo é positivo.
Do futsal, no Grajaú Country Club, ao topo na Europa, o goleiro Júlio César sai de cena vencido pela ausência de oportunidades no Benfica. Da reserva do Ederson, depois de sofrer uma lesão em março de 2016, até perder a vaga para o jovem Mile Svilar, de 18 anos, veio a decisão: pendurar as luvas. 
Sai de cena um dos grandes goleiros do início do século XXI, um cara que abriu caminho para outros goleiros brasileiros na Europa, com um trabalho sério e de conquistas. Coube ao filho Cauet anunciar o fim da carreira.
Crédito da foto: Divulgação/Benfica

Fonte: Fox Sports

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