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Um dos grandes méritos da atual gestão do Flamengo, o saneamento financeiro rende dividendos ao futebol rubro-negro outra vez. 
Contratado por R$ 43 milhões, o maior valor pago pelo clube em toda a sua história, Vitinho é mais uma prova do poder de fogo da equipe da Gávea, que de três anos para cá já investiu cerca de R$ 170 milhões em negócios de peso.

A virada na realidade econômica rubro-negra aconteceu em 2015, quando o Flamengo tirou Guerrero do Corinthians. Apenas em luvas, os cariocas pagaram um total de R$ 16 milhões ao peruano. Ao todo, a operação com o centroavante, cujo contrato se encerra em breve, vai envolver algo na casa dos 40 milhões.

Desde que o camisa 9 chegou na Gávea, ele ganhou a companhia de nomes de peso e que também fizeram o Fla abrir os cofres. Apenas as transações de Everton Ribeiro, Henrique Dourado e Berrio custaram pouco mais de R$ 60 milhões ao clube, que também fez negócios mais "em conta", como nos casos das aquisições de Rene (R$ 3,9 milhões) e Rhodolfo (R$ 6,7 milhões). "Quando o Vagner Love saiu, no início de 2013, tivemos de devolvê-lo justamente ao CSKA por não termos acondição de pagar. Agora, fazemos uma contratação emblemática, trazemos um craque do mesmo time do exterior, e ninguém duvida do nosso compromisso", comparou Bandeira de Mello.

A contratação de Vitinho foi facilitada pela injeção de recursos gerada pela venda de Vinicius Jr. para o Real Madrid (R$ 45 milhões), mas o caminho perseguido pelo clube é o de disponibilizar dinheiro para reforços de impacto sem ter a necessidade de se desfazer de seus principais jogadores. "Quando começamos a fazer contratações de mais impacto, muitos questionavam se conseguiríamos pagar, honrar os compromissos. E essa situação apenas se consolidou" defendeu o mandatário rubro-negro.

No Brasil, o Flamengo só gastou menos no período em contratações do que o Palmeiras, mas o Alviverde conta com uma ajuda externa da sua patrocinadora, que compra o jogador e participa do lucro em uma eventual venda futura. O clube já fez contratações que batem na casa dos R$ 225 milhões em investimentos. 

Poder de fogo 2016 
Mancuello (R$ 11, 1 milhões)
Cuellar (R$ 8 milhões) 
Alex Muralha (R$ 4 milhões) 

2017 
Everton Ribeiro (R$ 31,7 milhões) 
Berrio (R$ 13,8 milhões) 
Rhodolfo (R$ 6,7 milhões)
Rene (R$ 3,9 milhões) 
Diego Alves (R$ 1,7 milhões) 

2018 
Henrique Dourado (R$ 15,7 milhões) 
Vitinho (R$ 43 milhões)


Fonte: Uol Esporte

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